Uma aldeia por muitos esquecida

Sara Pires e Bárbara Brochado (Universidade do Porto)

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De carro, são pouco mais de cinco os minutos que separam a agitação da cidade da profunda calma da aldeia de Couce, no concelho de Valongo. As casas, visivelmente antigas – ainda feitas de xisto –, unem-se numa estreita rua, mas apenas quatro estão habitadas. O número de pessoas que vivem em Couce conta-se pelos dedos das mãos. Uma aldeia que vive do campo, da natureza e da terra. Onde os animais – em grande número – são companhia. Onde a paz e a tranquilidade são um disco riscado e a música só muda quando, em agosto, a aldeia se prepara para receber a romaria do ano.